Sua senha!
Por acaso, sua senha é “senha”?
Só no ano passado, as perdas globais causadas por ataques cibernéticos ficaram em torno de US$ 6 trilhões, segundo a UIT

O que você faria se não conseguisse acessar suas contas bancárias, seu email ou redes sociais e seu celular simplesmente parasse de funcionar? É isso o que pode acontecer em um ataque cibernético.
Só no ano passado, as perdas globais causadas por ataques cibernéticos ficaram em torno de US$ 6 trilhões, segundo a União Internacional das Telecomunicações e muitas empresas sofreram (e ainda sofrem) com isso.
Uma das mais recentes vítimas de ataques do tipo foi a Localiza, que confirmou um incidente de segurança cibernética. Em comunicado, a empresa afirmou que alguns dos sistemas da empresa e de suas subsidiárias sofreram interrupção, mas que não há evidência de acesso à base de dados ou vazamento de informações pessoais.
No mês passado, o alvo foi o sistema do Ministério da Saúde e do Conect Sus, que, até hoje, não conseguiu reestabelecer totalmente a atualização sobre casos de Covid-19 e registros de vacinação no país.
Esses casos estão longe de serem isolados. Em outubro do ano passado, a CVC sofreu um ataque do tipo ramsomware que invade e sequestra os dados da companhia, exigindo uma espécie de resgate para devolver os sistemas. Em maio, a vítima foi a JBS, que acabou com suas unidades nos Estados Unidos, Canadá e Austrália afetadas e precisou pagar um resgate de US$ 11 milhões para recuperar seus sistemas.
Enquanto os custos das empresas com cibersegurança devem crescer em 83%, segundo relatório PwC Digital Trust Insights 2022, fica a pergunta: o que você pode fazer pela segurança dos seus dados?


